(abre em nova aba)Creative Technologist
DESIGN AI MOTION CODE
Minha história
11 anos
Tudo começou quando eu tinha 11 anos.
Eu assistia a filmes e séries e, pouco depois, já estava criando minhas próprias histórias a partir deles.
Eu imaginava novos personagens, novos mundos e novas possibilidades.
E então comecei a criar pôsteres dessas histórias no Photoshop.
Naquela época, eu não sabia que aquilo seria o começo da minha carreira.
Eu só queria dar forma àquilo que existia na minha cabeça.
Foi assim que comecei a aprender Photoshop e, pouco depois, Construct 2.
Eu não queria apenas editar imagens.
Queria construir mundos com elas.
Comecei a criar meus próprios jogos 2D, experimentando personagens, cenários, histórias e mecânicas.
Foi quando percebi uma coisa:
a tecnologia poderia ser uma extensão da minha criatividade.
Meu interesse me levou ao meu primeiro curso de Computação Gráfica na Seven, em parceria com a Full Sail.
Depois, continuei minha formação na Gracom, também estudando Computação Gráfica.
Foi nesse período que comecei a transformar curiosidade em conhecimento.
Aprendi ferramentas.
Aprendi técnicas.
Mas, principalmente, aprendi a olhar para a tecnologia não apenas como ferramenta, mas como meio de expressão.
Depois dos estudos, recebi uma bolsa para cursar Design Gráfico na UDF.
E minha relação com o design começou a ganhar uma nova dimensão.
2019
Em 2019, comecei a trabalhar na Agringa de The House, um pub.
Não era exatamente a área que eu havia escolhido.
Mas foi uma das experiências que mais me transformou.
Ali aprendi algo que nenhum software poderia me ensinar:
pessoas.
Aprendi a lidar com clientes, demandas, pressão, responsabilidades e problemas reais.
Também tive a oportunidade de trabalhar ao lado do meu chefe e aprender sobre gestão.
E, apesar de não estar diretamente relacionado ao design, aquele lugar se tornou muito mais do que um trabalho.
Construí uma família.
Foi um dos lugares onde mais gostei de trabalhar e onde mais aprendi.
Hoje percebo que algumas experiências não aparecem no currículo como "formação", mas acabam formando quem você é.
Essa foi uma delas.
Depois da pandemia
Depois da pandemia, comecei um curso com a Steam Master e passei a trabalhar com streamers na Twitch.
Ao mesmo tempo, comecei a aprofundar meus conhecimentos no audiovisual.
Estudei direção.
Estudei roteiro.
Busquei entender não apenas como criar uma imagem, mas como contar uma história através dela.
Porque, no fundo, aquela criança de 11 anos ainda estava ali.
A mesma criança que assistia a um filme e pensava:
E se eu pudesse criar algo assim?
Tive experiências profissionais como designer gráfico na Unipaper e na MGA.
Foram importantes, mas logo percebi que precisava construir algo diferente.
Comecei a me dedicar aos trabalhos como freelancer.
E, paralelamente, comecei a estudar uma tecnologia que mudaria completamente minha maneira de criar:
Inteligência Artificial.
No começo, era apenas curiosidade.
Depois virou ferramenta.
Depois virou estudo.
E, finalmente, virou parte da minha forma de pensar.
Passei a estudar IA profundamente.
Testar ferramentas.
Criar projetos.
Experimentar novas formas de produção.
Misturar design, audiovisual, storytelling, tecnologia e inteligência artificial.
Hoje, a IA está presente praticamente em todos os meus projetos.
Não porque quero simplesmente fazer mais rápido.
Mas porque quero descobrir até onde minha criatividade pode chegar quando as limitações começam a desaparecer.
Agora
Minha história não é sobre alguém que encontrou uma profissão e parou.
É sobre alguém que começou criando pôsteres aos 11 anos e continua procurando novas maneiras de transformar ideias em realidade.
Eu nunca deixei de aprender.
Porque, para mim, tecnologia nunca foi o objetivo.
O objetivo sempre foi criar.
Hoje eu não me vejo apenas como designer, editor, diretor ou especialista em IA.
Eu me vejo como um criador.
Alguém que conecta diferentes áreas para transformar uma ideia em experiência.
E talvez essa seja a parte mais interessante da minha história:
a história que começou aos 11 anos ainda não terminou.
Na verdade...
ela está apenas começando.
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